A aplicação de DCPTA ao feijão mungo aumenta significativamente a capacidade fotossintética do metabolismo do carbono, aumenta o número de vagens e grãos por planta e, consequentemente, aumenta o rendimento. Estudos indicam que a pulverização foliar com DCPTA na concentração de 40 mg/L durante a fase inicial de floração melhora efetivamente os parâmetros morfológicos das plantas; especificamente, a área foliar, o conteúdo de clorofila e a taxa fotossintética mostram aumentos significativos (p <0,05).
Este tratamento promove a síntese e translocação de sacarose – e fortalece a coordenação das relações fonte-dreno – regulando positivamente a atividade das enzimas envolvidas nas vias metabólicas do carbono, direcionando assim uma proporção maior de produtos fotossintéticos para as vagens e grãos. Ao mesmo tempo, o DCPTA aumenta a atividade de enzimas antioxidantes – como SOD, POD e CAT – para aliviar o estresse abiótico, facilitando assim o crescimento e desenvolvimento saudáveis das plantas.
Além disso, o metabolismo da glicose do feijão mungo responde favoravelmente ao DCPTA, com a ativação de múltiplos genes-chave associados ao metabolismo do açúcar e à conversão de energia, o que substancia ainda mais o seu papel na regulação da formação do rendimento.