I. Mecanismo de Ação do Cloreto de Mepiquat
O cloreto de mepiquat inibe a síntese de giberelina na planta do amendoim, controlando assim o alongamento longitudinal das células do caule e das folhas e suprimindo o crescimento vegetativo excessivo. Isso transfere os nutrientes do crescimento vegetativo para o crescimento reprodutivo, promove a penetração das pontas das estacas no solo e aumenta a eficiência fotossintética. Consequentemente, facilita o desenvolvimento mais completo das vagens, resultando em vagens roliças, maior rendimento e melhor qualidade.
II. Métodos de aplicação adequados
Momento ideal: Aplicar pela primeira vez entre a fase final de plena floração e a fase inicial de fixação – especificamente quando a altura da planta atinge 30–35 cm e a copa da cultura começa a fechar (fechamento entre fileiras). Se as chuvas forem abundantes e o crescimento for vigoroso, uma segunda aplicação poderá ser feita 15 dias após a primeira se a altura da planta ultrapassar 45 cm.
Dosagem recomendada: Use solução aquosa de cloreto de Mepiquat a 25% a uma taxa de 15–30 mL por mu, diluída em 30–50 kg de água para pulverização uniforme. Alternativamente, formulações de compostos podem ser usadas, como pó molhável de cloreto de Paclobutrazol·Mepiquat a 30% (30 g//mu) ou solução aquosa de cloreto de DA-6·Mepiquat a 27,5% (15–20 mL//mu).
III. Principais precauções
Não aplicar em parcelas com solo pobre, condições de seca ou fraco crescimento das plantas, pois a inibição do crescimento nestes casos pode levar à perda de rendimento.
Aplicar a partir das 15h, focando a pulverização nos pontos de crescimento apicais; evite pulverizações sobrepostas. Reaplicar se chover dentro de 6 horas após a aplicação.
Limite a aplicação a não mais do que duas vezes por temporada para evitar dosagem excessiva, o que pode prejudicar o desenvolvimento normal da vagem.